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25/07/2015

7. Fato curioso envolvendo o esporte

Outro fato curioso envolvendo o esporte. No governo do Dr. Leandro Maciel, a rádio Difusora possuía um departamento esportivo atuante, chefiado pelo radialista José Eugênio de Jesus. A Emissora oficial mantinha uma linha do estúdio, na José do Prado Franco, até o estádio, onde hoje é o Baptistão e mantinha uma outra linha, do seu transmissor, que estava instalado na rua Maranhão, até o campo do Adolfo Rolemberg, no Siqueira Campos. A rádio Liberdade, mantinha uma linha do seu transmissor, que se localizava no final da rua Lagarto, no bairro São José, até o Baptistão e não tinha essa segunda linha para o Adolfo, pois a distância era grande. Resultado: quando acontecia de ter dois jogos pelo campeonato, no mesmo dia e horário, a Difusora dava um show e monopolizava a audiência, pois a Liberdade transmitia apenas um jogo, o do Baptistão. Silva Lima inconformado foi ao governador reclamar que a Difusora estava prejudicando o seu trabalho. No dia seguinte, chega à ordem para a direção da rádio oficial, determinado que a partir daquele momento só se transmitia de um campo, um jogo e não dois como vinham ocorrendo. O pessoal contrariado acabou a equipe e Silva Lima continuou a reinar só, absoluto, até a chegada da rádio Jornal, em 1958. Com a inauguração da Cultura, no ano seguinte, o esporte teve novo impulso. A estação cobria todos os jogos do campeonato sergipano, realizados em Aracaju e no interior do Estado. As demais não tiveram pique para acompanhar o dinamismo da emissora católica, que chegou a ter mais de 18 pessoas na sua equipe de esportes. Era líder de audiência na famosa cadeia de rádio verde e amarelo norte e sul do Brasil, tendo o comando da rádio Bandeirante, de São Paulo. Qual o ouvinte de rádio que não recorda dos comentários esportivos de Wellington Elias, Coronel José Felix, do falando francamente do Raimundo Luís, da narração do Carlos Magalhães, as reportagens do Gilson Rolemberg, a retaguarda do Gilvan Fontes e do Irandi Santos, informando o que ocorria no esporte brasileiro e mundial. Era uma senhora equipe esportiva.

 

Na Jornal, despontava como narrador, Narciso Machado. Equipe modesta, que fazia seu trabalho decentemente. Houve época em que todas as emissoras da capital tinham departamento esportivo e transmitiam do estádio. Outras, como a Liberdade, enveredaram por outros tipos de esporte: basquete, vôlei, luta livre e box. O rádio esportivo era atuante e não se compara ao dos dias atuais. Quem não recorda dos comentários do Dipe Azevedo, Lobão, Flodualdo Vieira, Xavier, Cícero, Siqueira; da narração de Carlos Meneses, Antonio Barbosa, Alexandre Santos, José Antonio Marques, João Batista Santana, as reportagens de Tobias, Jota Santos, Fernando Pereira. O rádio esportivo era rico em valores: Augusto, Canabrava de Mendonça, Haroldo Lessa, Peixinho, Geraldão, Alceu Monteiro, Jurandir Santos, Macarrão, Perneta, Adilson, Rodrigues, Paulo Lacerda, Roberto Silva, Wilson Tavares, Paulo Wilson, Geraldo Chagas Ramos – o brasa, César Cabral, Hilton Lopes, Raimundo Macedo, Cristiano e tantos nomes que fizeram e fazem o rádio esportivo do Estado. A todos eles, a nossa homenagem.

 


Fonte/Autor: Jornalista Jairo Alves de Almeida

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