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30/07/2015

2. Este livro tem a finalidade de perpetuar a memória

Este livro tem a finalidade de perpetuar a memória daqueles que com muito sacrifício, fizeram o rádio em Sergipe. Um rádio difícil, amador, político partidário, envolvido com as elites tradicionais, que apreciam o elogio e abominam a crítica, tenha ela a intensidade que tiver. Os nomes citados nesta obra, são de grande valia para o estudante ou curioso dos fatos ocorridos em nossa comunicação falada. Do pioneirismo do Dr. Marques Guimarães, João Bezerra, José Amado Nascimento, João Ribeiro, Ferraz Álvares, Alfredo Gomes, aos mais jovens que hoje continuam a levar a comunicação aos quatro cantos dessa terra abençoada por Deus. A semente plantada pela PRJ6 de Aracaju, Rádio Difusora, germinou e produziu frutos. A rádio transformou o comportamento da cidade provinciana. Grupos artísticos se organizaram, conjuntos musicais surgiram, os cantores, que até então eram revelados em rodas de amigos ou nas serestas ao ar livre, agora encontram guarida e apoio no estúdio, o grande palco das apresentações. As orquestras despontaram e o Estado foi unificado em torno da rádio. Sergipe agora estava unido de ponta a ponta. Não tinha cidade ou povoado que não fizesse um movimento para adquirir um receptor de rádio para ouvir Aracaju, para ouvir o que se transmitia da capital na freqüência de 630 kHz.

 

Aracaju estava integrada ao Brasil. Era uma das poucas cidades, ou Estados, em que o rádio chegara. O Governo de Eronides Carvalho se não tivesse realizado grandes obras, bastaria essa, a criação da rádio para justificar a sua administração. Com o advento da rádio, o Estado se une, se unifica e se entrosa. A memória do rádio, finalmente começa a ser preservada com esta obra, que focaliza no seu primeiro livro, nomes que edificaram e edificam a nossa radiodifusão. Neste ano de 2013, dois fatos importantes enobrecem o setor radiofônico sergipano e que são dignos de registro. Primeiro: o lançamento desta obra que vem ocupar uma lacuna sobre o surgimento da radiodifusão no Estado, citando nomes e fatos que já eram do esquecimento das novas gerações, inclusive fatos anedóticos que pintaram o dia-a-dia daqueles que antecederam as gerações atuais; segundo: os 74 anos da implantação do rádio em Sergipe, 30 de Junho de 1939. Data esta de suma importância para o desenvolvimento sergipano. Que este livro - Sergipe: setenta e quatro anos de rádio seja o início da preservação da memória deste veículo de penetração sem igual. Formador e informador da opinião pública. Relicário da cultura, timoneiro da paz e propulsor do progresso. O rádio, apesar do avanço da tecnologia e da modernidade propiciada pelas transmissões via satélite, ainda continua altaneiro, moderno, ágil. É o maior veículo de comunicação de massa.

 

Tudo na era moderna depende do rádio... a TV, o satélite, o telefone celular, os comandos remotos, enfim, é o rádio o responsável pelo progresso ocorrido no século XX e vai continuar emprestando a sua colaboração no milênio atual. Por isso, que ele deve ser exercido com altivez, dignidade e responsabilidade.


Fonte/Autor: Jornalista Jairo Alves de Almeida

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