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04/12/2017

Nova terapia pode diminuir os episódios de enxaqueca

Uma nova terapia para prevenir crises de enxaqueca pode diminuir tanto número quanto o grau delas, mostraram dois ensaios clínicos. De acordo com os testes realizados, cerca de 50% das pessoas analisadas tiveram uma redução pela metade do número de episódios da dor por mês. Pesquisadores da King's College Hospital, responsáveis pelo estudo, classificaram o resultado como um "bom negócio".
 

O tratamento é o primeiro a ser desenvolvido especificamente para prevenir as dores com o uso de anticorpos para alterar a atividade química no cérebro.

 

A pesquisa mostrou um composto químico no cérebro - péptido relacionado com o gene da calcitonina ou CGRP (na sigla em inglês) - que está envolvido tanto na dor quanto na sensibilidade para “disparar” a enxaqueca.

 

Atualmente, quatro empresas de medicamentos estão na corrida para desenvolver anticorpos capazes de neutralizar o CGRP. Alguns trabalhos são no sentido de aderir ao CGRP, enquanto outros são para bloquear a parte de uma célula do cérebro com a qual o composto interage.

 

Estudos clínicos em dois dos anticorpos foram publicados no jornal científico "New England Journal of Medicine".

 

Um anticorpo, de uma empresa farmacêutica, o erenumab, foi testado em 955 pacientes com enxaqueca episódica. No início do estudo, esses pacientes tinham uma média de oito dias de episódios por mês. No estudo descobriu-se que 50% dos que receberam injeções do anticorpo diminuíram pela metade a quantidade de dias em que a dor se manifestava.

 

Outros 27% tiveram um efeito similar, mas sem a utilização do tratamento, o que reflete também o fluxo natural da doença.

 

Segundo contou à BBC o professor Peter Goadsby, que liderou os ensaios com o erenumab no centro de pesquisa NIHR da King's: "É um bom negócio porque oferece um avanço na compreensão do distúrbio e no desenvolvimento de tratamentos contra a enxaqueca".

 

 

"Esses pacientes vão ter parte de suas vidas de volta e a sociedade terá estas pessoas retornando às suas funções", acrescentou o professor.

 

Apesar dos bons resultados, mais estudos ainda serão necessários para avaliar os efeitos colaterais a longo prazo.

 


Fonte/Autor: oglobo.globo.com

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